Apelador do não, não agora não...estamos bem assim
Calhas estreitas que levam água por ruas direitas
Cursos difusos, tamanhos, confusos de pureza cristalina mergulhada em esterco
Pergunto a Deus se a mão é morta
A ti se já não te falta nada...
Ignóbil peça, vasta carta, em tamanho baralho
A sorte vindoura trará consigo nova luz
Jás trás páz... e Catrapus...
Ah Ah...
Cacilheiro, 20:35, olhos difusos
Morro de amor... Ouço o cuspir das ondas lá fora
Lá dentro... Ai lá dentro!
Baralho o teu olhar no meu... doce, ténue...
20:43, não aguentei a espera...
Pulei pela janela, velhas murmuraram "mas que grande cadela"
Encontrei esta ilha...
Dei-lhe o meu nome

No comments:
Post a Comment