Thursday, February 25, 2010

Paris

Um ceptro popular no dorso de uma terra
Um afluente humano de veias viçosas
Um leito fino, imponente
Um verso próprio diferente
São as muralhas dos Deuses
E as tertúlias da carne a seus pés
Os púlpitos divinos e seu revés
As casas compostas de varandins, ensaiadas
As figuras depostas de seu trono aladas
E a força de uma pirâmide que guarda a plenitude
Da façanha à extravagancia, da desgraça e da virtude
São as linhas confusas alicerçadas com vaidade
Que servem de estaca, dorso e alma aos humores desta cidade


Paris, 21 de Fevereiro de 2010

3 comments:

Faz sol said...

tbm quero

AR said...

palavras tão caras para expressar ideias tão simples...

Anonymous said...

Você acreditaria em conjunto com a caixa multi zilhão de investimento que a Wikipédia poderia adquirir alguns servidores muito mais.

How Many