Showing posts with label Nikon D200. Show all posts
Showing posts with label Nikon D200. Show all posts

Thursday, April 03, 2008

Que tudo tenha valido a pena...


Uma ultima imagem... Porque o tempo, esse, não mais volta atrás

Monday, February 04, 2008

Viana do Castelo - Cloverfield


Pura, pura, pura!
O tornado manchado de sangue
A torre de mais ninguém
Onde repousa a receita
O resultado está à vista

Saturday, January 12, 2008

Eu só tenho um casaco... Psst. não chora!

Sossega os olhos, sente a brisa fresca
Encosta a cabeça no meu dorso e dorme
Não precisas de chorar
As tuas lágrimas não chegam para limpar o pó do meu casaco

Sujo, empoeirado; sabes que mais, nunca foi lavado...
Se fosse perdia o brilho e a historia
O meu casaco tem mil buracos, é da traça e do arame farpado

Montês o gato da minha vizinha, ajudou
Aqui e ali com uns rasgões meticulosamente estudados
De maneira a que as costuras dessem de si

Sim... Já não é um casaco,
É mais um farrapo...
Mas faz frio e pouco me importa isso.
Vou continuar de mão estendida

Pode ser que almoce...

Psst.... não chora

5/1/2008
1:54 - dormir
Desenho: do Rui

Thursday, December 27, 2007

Friday, December 07, 2007

Velocidade... alucinar


Que loucura... que loucura!
O tempo corre sem parar
É o caos, tudo ultrapassa as rédeas da vontade
Estou perdido, em tempo, só porque ele me virou

Estou louco, preso num estreito labirinto
Corro sem parar, é tudo igual
Atrás de parede vem parede, de janela,janela; de porta, porta;
Tudo gira.. em enorme plasticidade.

Sento-me no chão frio e cáustico, mãos na cabeça em sinal de desespero
Esfrego-as na cara, e volto a esfregar, murmuro, não..não e não!!!
Não pode... Quero acordar... Leva-me de volta! Suplico...
Caiem-me as lágrimas, como farpas nos pés gelados

Agarro, o que resta de luz , que se esvai por entre os dedos.
Tudo o que girava há minha volta é engolido, como um grito que se abafa
Apenas me resta o solo, mistura de pedra e terra,que agarro com tudo o que tenho
Em sangue as mãos desistem, e retornam à face branca.

Consigo sentir o cheiro da terra húmida,
É o que tenho de mais reconfortante;
Tiro os olhos vermelhos de chorar das mãos imundas,
Ergo a face para o céu, sei que não posso ficar aqui

Uso de todas as minhas forças e levanto-me
Caminho incessantemente sem rumo, apenas sei que não posso parar
Ao longe vejo... Trimmmm Trimmmmm

André!! Acorda que já são horas!


20/6/2007
1:50

How Many