Janelas da cidade
Cospem fogo pela madrugada
A vida comprida vê-se finita
Na ponta de um cigarro
Os pés, encruzilhadas de pulsações
Revestem de simplicidade
O futuro que ainda escuta
Violas sem som
Calam cinzentas as muralhas de um louco
Almas surdas e secas invadem o campo
Onde se batalham as vontades
Poemas escritos, sons
Liberdade
Uma mistura fina de tudo isto
E agora para acabar, acaba tu.